
No Futebol. Ano passado começou a ser implementada a tecnologia da linha do gol na Liga Inglesa, primeiramente nos treinos das equipes chegando até os jogos oficiais, segundo diz o presidente da liga que não promete nenhuma pressa em implantar o sistema. Em 2005 a bola Cairos da Adidas foi usada no Mundial Sub-17 no Peru, ela tem um microchip.
No caso da seleção brasileira a preparação para a copa de 2006 teve muita tecnologia (o que não adiantou nada, mas...), o preparador físico Moraci Sant´Anna começa com uma esteira com um computador acoplado, através destes o treinador fica sabendo dos pontos fortes e fracos do atleta, verifica seu estado físico e, assim, faz um treinamento individualizado para melhorar as condições do jogador; a análise de velocidade dos atletas é feita através de um sistema chamado Fotocélula, que compreende hastes com sensores colocadas na beira do campo, na altura da cintura do jogador e que estão ligadas a um micro; para saber da sua agilidade a tecnologia de ponta também é usada por meio de uma plataforma no chão do campo ou de uma sala com mais de 8 metros quadrados, chamada Sensor de Solo, que é acoplada a um computador e três pontos na frente do atleta: “Ele sai da plataforma, dá um pique no ponto da direita, volta, dá um pique na ponta do meio, volta e depois da esquerda e volta para a plataforma. Esse tempo em que ele percorre o espaço, o programa assimila e dá a informação de agilidade do jogador”, revela Sant´Anna. Para medir a velocidade do atleta o preparador usa um relógio com GPS. Moraci ainda criou o software “Números do Jogo” através do qual passa ao treinador os números de cada lance do jogo.
Judô. Durante o Pan do Rio o treinamento dos judocas brasileiros teve o auxilio de um software desenvolvido (pelo Cenesp, Centro de Excelência Esportiva do Ministério do Esporte) exclusivamente para avaliar a força específica que os atletas devem exercer para a prática da modalidade. A atividade teve como objetivo ajustar o nível de recuperação dos atletas após as competições, evitando o excesso de treinamento e fadiga. Para isso, foram colocados dispositivos eletrônicos nos quimonos. As avaliações vão aprimorar o desempenho individual, utilizando conceitos e tecnologia até agora pouco usados no esporte brasileiro e diagnosticar as principais necessidades de treinamento. Além das seleções brasileiras masculina e feminina, a equipe sub-23 também será avaliada.
Corrida. Em 2000 a Corrida de São Silvestre, também, foi marcada por muita tecnologia, chips foram colocados no cadarço dos atletas e três pontos de leitura foram instalados, na largada, no meio do percurso e na chegada, através de um código de barras impresso na camiseta o corredor ao completar o percurso já ficou sabendo em que posição chegou, segundo os organizadoras toda esta tecnologia ajudou a diminuir as trapaças.

Fórmula 1. As corridas de Fórmula 1 sempre foram sinônimos de tecnologia, como exemplo temos a Ferrari que tem como um dos patrocinadores a AMD. Esta fornece a equipe workstations, grandes computadores que coletam dados de telemetria. São 2 a 4 Gbytes coletados por corrida e que fornecem ao piloto subsídios para fazer alterações no carro durante a corrida, ajudam a prever danos futuros, além de que estes dados serão armazenados para estudo futuro.
E para terminar um último exemplo, em 2005, como todos os anos houve de outubro a abril nos Emirados Árabes Unidos as tradicionais corridas de camelos, só que naquele ano houve algo de especial o
uso de jóqueis-robôs.
No caso da seleção brasileira a preparação para a copa de 2006 teve muita tecnologia (o que não adiantou nada, mas...), o preparador físico Moraci Sant´Anna começa com uma esteira com um computador acoplado, através destes o treinador fica sabendo dos pontos fortes e fracos do atleta, verifica seu estado físico e, assim, faz um treinamento individualizado para melhorar as condições do jogador; a análise de velocidade dos atletas é feita através de um sistema chamado Fotocélula, que compreende hastes com sensores colocadas na beira do campo, na altura da cintura do jogador e que estão ligadas a um micro; para saber da sua agilidade a tecnologia de ponta também é usada por meio de uma plataforma no chão do campo ou de uma sala com mais de 8 metros quadrados, chamada Sensor de Solo, que é acoplada a um computador e três pontos na frente do atleta: “Ele sai da plataforma, dá um pique no ponto da direita, volta, dá um pique na ponta do meio, volta e depois da esquerda e volta para a plataforma. Esse tempo em que ele percorre o espaço, o programa assimila e dá a informação de agilidade do jogador”, revela Sant´Anna. Para medir a velocidade do atleta o preparador usa um relógio com GPS. Moraci ainda criou o software “Números do Jogo” através do qual passa ao treinador os números de cada lance do jogo.
Judô. Durante o Pan do Rio o treinamento dos judocas brasileiros teve o auxilio de um software desenvolvido (pelo Cenesp, Centro de Excelência Esportiva do Ministério do Esporte) exclusivamente para avaliar a força específica que os atletas devem exercer para a prática da modalidade. A atividade teve como objetivo ajustar o nível de recuperação dos atletas após as competições, evitando o excesso de treinamento e fadiga. Para isso, foram colocados dispositivos eletrônicos nos quimonos. As avaliações vão aprimorar o desempenho individual, utilizando conceitos e tecnologia até agora pouco usados no esporte brasileiro e diagnosticar as principais necessidades de treinamento. Além das seleções brasileiras masculina e feminina, a equipe sub-23 também será avaliada.
Corrida. Em 2000 a Corrida de São Silvestre, também, foi marcada por muita tecnologia, chips foram colocados no cadarço dos atletas e três pontos de leitura foram instalados, na largada, no meio do percurso e na chegada, através de um código de barras impresso na camiseta o corredor ao completar o percurso já ficou sabendo em que posição chegou, segundo os organizadoras toda esta tecnologia ajudou a diminuir as trapaças.

Fórmula 1. As corridas de Fórmula 1 sempre foram sinônimos de tecnologia, como exemplo temos a Ferrari que tem como um dos patrocinadores a AMD. Esta fornece a equipe workstations, grandes computadores que coletam dados de telemetria. São 2 a 4 Gbytes coletados por corrida e que fornecem ao piloto subsídios para fazer alterações no carro durante a corrida, ajudam a prever danos futuros, além de que estes dados serão armazenados para estudo futuro.
E para terminar um último exemplo, em 2005, como todos os anos houve de outubro a abril nos Emirados Árabes Unidos as tradicionais corridas de camelos, só que naquele ano houve algo de especial o
uso de jóqueis-robôs. 
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